Vídeo editado, clicando aqui.
terça-feira, 2 de setembro de 2014
sábado, 30 de agosto de 2014
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
quarta-feira, 23 de julho de 2014
segunda-feira, 14 de julho de 2014
domingo, 13 de julho de 2014
Pavão Bueno: sem vergonha da Culpa das Culpas
Plóinc! Plóinc!
A Rede Gloebbels agradece aos (quase) 200 milhões de brasileiros que torceram para seu time de primeiro mundo.
Lei da mídia democrática: apoie essa ideia!
Lei da mídia
democrática: apoie essa ideia!
Roteiro,
Direção e Edição: Pedro Ekman
Produção
Executiva: Diogo Moyses
Fotografia:
Pedro Miguez e André Moncaio
Assistente
de Câmera: João Paulo Araújo
Produção:
Juliana Milan
Eletricista:
Marcos Vinícios
Maquiagem:
Rachel Ramos
Animação:
Raphael Luz
Ilustrações:
Pedro Ekman
Correção
de cor: Janaina Eduardo
Locução:
Daniele Ricieri
Desenho
de som: Ágata Silveira
Sistema
Estatal: Pedro de Carvalho
Sistema
Público: Iara Moyses
Sistema
Privado: Tomás Rodrigues Ekman
Dança
do Siri: Miguel Prazeres Gameiro
Realizacão: Intervozes
Apoio:
Fundação Friedrich Ebert Stiftung
Produção:
Molotov Filmes
Nenhuma criança ou seu responsável foram remunerados pela participação neste filme. Entendemos que o agenciamento de crianças para o trabalho não é uma boa forma para o registro audiovisual infantil. Todas as situações registradas foram feitas em um contexto educativo de situações presentes no cotidiano de cada uma.
Reproduzido
de Canal Intervozes
10
jul 2014
sexta-feira, 11 de julho de 2014
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Sonegação: Processo que prova crimes da Globo é recuperado
Processo que prova crimes da Globo é
recuperado
O Núcleo
Barão de Itararé do RJ acaba de confirmar que os autos do processo de sonegação
da Rede Globo que haviam sumido de dentro da Receita Federal serão divulgados a
partir deste domingo 13/07.
Os originais
do processo que estavam desaparecidos foram recuperados em sua íntegra. Com
aproximadamente duas mil páginas, os autos do processo contém vários documentos
comprovando, além da já conhecida sonegação tributária
bilionária, o envolvimento da família Marinho em crime de fraude contra o
sistema financeiro nacional.
Representantes
do Núcleo Barão de Itararé do RJ estarão nesta sexta-feira, dia 11/07, no
Centro Aberto de Mídia do RJ distribuindo informes à imprensa internacional
sobre a existência deste material que mostra as ligações delituosas e perigosas
da família Marinho da Rede Globo.
É importante
destacar que no recente encontro nacional de blogueiros realizado em SP, mais
de 500 participantes aprovaram a campanha MOSTRA O DARF REDE GLOBO.
Já foram
feitas diversas cópias do material que está sendo distribuído aos principais
blogs brasileiros para divulgação ao público a partir do fim da Copa.
No momento em
que o tema corrupção é tratado como aspecto central para a eleição de outubro,
fica evidente que a divulgação desta grandiosa documentação, com toda certeza,
poderá ser um balizador para se entender como funciona e se sustenta o império
Rede Globo e seu conluio com a FIFA e o submundo do crime internacional.
TWITTER: @Mostraodarf darf globo
Confirme seu
interesse em auxiliar na ampla divulgação pelo e-mail mostraodarfglobo@gmail.com
Os blogs O
Cafezinho, Megacidadania, Correio do Brasil e Tijolaço, que integram o Núcleo
Barão de Itararé RJ, participam do esforço cívico de levar ao conhecimento do
distinto público mais esta importante informação que é sonegada pela velha
mídia empresarial.
ALEXANDRE Cesar Costa TEIXEIRA
Reproduzido
do Blog de Ligia
Deslandes e Conversa
Afiada
10 jul 2014
terça-feira, 8 de julho de 2014
Falando de "futebol" no Jornal da Gloebbels: Os cotovelos e as aftas ardem e doem...
Falando de "futebol" no Jornal da Gloebbels: Os cotovelos e as aftas ardem e doem...
Não há vaso de Sete Ervas no Brasil que não sentiu o veneno no ar durante as palavras iniciais do Jornal da Globo, com sua eminência Waack nesse começo de madrugada (09/07/14), falando sobre "futebol"... Estremeceram e murcharam folhas! Que meda! Os cotovelos e as aftas ardem e doem...
Virá mais veneno por aí... Salve-nos, São Jorge!
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Democratização dos meios de comunicação: Dilma Rousseff colheu o que não semeou
Dilma Rousseff colheu o que não semeou
A presidenta colheu precisamente os
resultados do que não semeou: não promoveu a emergência de um sistema
democrático de informação.
Wanderley Guilherme dos Santos
Aproveitando
a vaia pornofônica que singularizou a participação dos reacionários e
distraídos na abertura da Copa das Copas, a oposição saiu-se com o comentário
de que a presidenta Dilma Roussef colheu o que semeou. Pensou que estava
abafando. Não estava. Para além da falta de compostura e civilidade, a oposição
errava outra vez no diagnóstico. A presidenta colheu precisamente os resultados
do que não semeou: não promoveu a emergência de um sistema de informação
democratizado.
A falta de
pluralismo nos meios de comunicação não é ambição de esquerdas partidárias.
Trata-se da prestação de um serviço privado, pago por consumidores, atualmente
fraudados em suas aspirações de consumo. Ler um jornal, uma revista ou assistir
ao noticiário da televisão faz parte da pauta de itens que a vida moderna põe,
ou devia por, à disposição de quem os deseje usufruir. E os consumidores têm o
direito de protestar. Assim como os passageiros urbanos reclamam da qualidade
dos serviços pelos quais pagam, os leitores e espectadores insatisfeitos se
julgam ludibriados pelos fornecedores da mercadoria que compram.
Os jornais,
revistas e emissoras de televisão registraram com olhos complacentes os
quebra-quebras aleatórios propulsionados pela carestia e falta de qualidade dos
transportes em circulação. Não seria bom para a democracia, tal como não o eram
os destemperos de violência, que os desgostosos com o pífio padrão do
jornalismo, minorias como as de junho do ano passado ou maiorias como a queda
de audiência e circulação atestam, empastelassem jornais ou ocupassem estações
de televisão, exigindo participação e honestidade de gestão.
Durante o
período que antecedeu a Copa das Copas e não somente em relação a ela, os meios
de informação sonegaram centenas, milhares de notícias altamente relevantes
para a vida dos leitores e espectadores. Mais do que isso, disseminaram
incansavelmente uma visão de mundo incompatível com a realidade dos fatos. Era
falso que os aeroportos, estádios, avenidas e metrôs não iriam ficar prontos.
Era falso que os gramados não drenariam as chuvas, as comunicações não
funcionariam, os holofotes não acenderiam. Era falso que os turistas seriam
assaltados, que não haveria segurança, que conflitos gigantescos ofuscariam os
jogos nos campos de futebol pela pancadaria generalizada nas arenas do lado de
fora. Tudo falso. Moeda falsa. Produto estragado vendido a preço de luxo.
As trombetas
da derrocada econômica, da inflação sem controle, do afinal bem vindo
desemprego, são igualmente serviço fraudulento. Os leitores estão sendo
diariamente lesados em sua boa fé, duplamente: não são informados do que ocorre
efetivamente na sua cidade, no seu estado e no país, e são levados a acreditar
que há um pesadelo à espreita assim que puserem os pés fora de casa. Quando não
o vêem não é porque não exista, mas porque ainda não chegou a alguns lares:
inflação, desemprego, falta de saúde e de educação; pior, falta de perspectiva.
A lição é
terrível. Dela sabiam os tiranos da antiguidade, os tiranos da
contemporaneidade os imitaram: um sistema articulado de falsidades pode
produzir os delírios fantasistas ou as angústias aterradoras de uma droga, se
absorvido por tempo suficiente. Uma imprensa oligopolizada é nada menos do que
uma droga. Eficientíssima, capaz de produzir o pessimismo sem fundamento das
análises econômicas, tanto quanto o desvario irracional das vaias pornofônicas.
Ao se manter indiferente à péssima qualidade do serviço pago, inclusive com as
bondades das concessões e outras benfeitorias, a presidenta Dilma Roussef colheu
o que não semeou.
Reproduzido
de Carta
Maior
02 jul 2014
sexta-feira, 27 de junho de 2014
Rede Gloebbels e você: tudo a ver!
Perda de credibilidade e de negócios:
Globo é a grande derrotada da Copa
Era para ser uma janela de
oportunidades para as empresas de mídia, mas a visão estreita e o partidarismo
que assumiram se voltaram contra elas mesmas
Por Helena Sthephanowitz
Rede Brasil Atual
27 jun 2014
A Copa do
Mundo de Futebol no Brasil deveria ter sido vista como uma oportunidade rara
para as empresas de mídia fazerem bons negócios. Poderiam aproveitar a
visibilidade e o interesse no Brasil pelo evento esportivo de maior
popularidade do planeta para vender ao mundo reportagens, documentários sobre
cada região no entorno das cidades-sede e ampliar os canais de exportação para
produtos jornalísticos e obras audiovisuais.
Mas estas
empresas, quase todas "filhotes da ditadura", perderam esta
oportunidade histórica por visão pequena, provinciana, e pelo vício de tratar
seu próprio negócio como se fosse um partido político, daqueles obrigados a
contestar qualquer ação de um governo o qual querem derrubar nas urnas ou
sabe-se lá como.
Até o início
do Mundial, as tevês, jornalões, revistas e portais alinhados ao pensamento
demotucano detonavam a Copa no Brasil. Óbvio que essa corrente de pensamento do
contra influiu na imprensa estrangeira. Mesmo empresas de comunicação que
tenham correspondentes no Brasil acabam contaminadas pelo que ouvem e veem nas
telas de TV, nas capas de revistas e nas páginas dos jornais de maior
circulação.
Com a chegada
da Copa, cerca de 19 mil profissionais de mídia de diversos países do mundo
desembarcaram no Brasil. Por si só, esse número já mostra o fracasso da
imprensa tradicional brasileira. Quase ninguém quis comprar suas reportagens e
matérias por falta de confiança na narrativa. Todos quiseram ver com seus
próprios olhos, fazendo suas próprias reportagens, tanto esportivas como sobre
outros acontecimentos.
E o aconteceu
é que essa multidão de jornalistas estrangeiros passou a produzir matérias de
todos os tipos com uma visão positiva, sem deixarem de ser realistas, sobre o
Brasil – e suas narrativas foram muito diferentes do que havia sido propagado
até antes da Copa.
As minorais
barulhentas, que protestavam com quebra-quebras localizados e ganhavam grande
destaque na pauta do principal telejornal brasileiro, passaram a ser retratadas
com sua verdadeira dimensão no exterior: sem serem desprezadas, mereceram notas
na imprensa internacional proporcionais à sua relevância.
E a maioria
do povo brasileiro, até então silencioso, explodiu em festa com a chegada da
Copa.
Prejuízo à
própria imagem: JN tenta atribuir à imprensa estrangeira pessimismo contra a
Copa no Brasil
Pois bem. Na
quinta-feira (27), o Jornal Nacional da TV Globo fez uma longa matéria mea
culpa, mas disfarçada, com o título "Clima festivo e sucesso da Copa conquistam manchetes
internacionais".
O
apresentador William Bonner abriu dizendo "Durante meses, os atrasos e os
problemas de organização da Copa do Mundo foram assunto de muitas reportagens
no Brasil e no exterior. Existia no ar uma preocupação generalizada com as
consequências dos atrasos, das obras não concluídas. E os jornais estrangeiros
eram especialmente ácidos nas críticas. Mas o fato é que, aos poucos, desde o
início desse Mundial, isso tem mudado." Em seguida, citou algumas
reportagens de revistas e jornais europeus e estadunidenses, comparando o
conteúdo antes da Copa, que era negativo, e agora, francamente positivo.
O que o
telejornal fez foi jogar no colo da imprensa estrangeira o que a própria TV
Globo, junto com revistas como Veja e Época, e jornais como Folha
de S.Paulo e O Estado de S.Paulo propagaram incessantemente e
que acabou repercutindo no exterior.
É a inversão
das coisas. É como dizer: "Caros e ingênuos telespectadores, nada do que
nós falamos durante meses sobre um suposto fracasso da Copa era verdade, como
vocês estão percebendo, mas 'existia no ar uma preocupação generalizada' de que
o seria, respaldada na imprensa estrangeira."
Como se vê, o
'tucanismo' da Globo está levando-a à decadência.
Reproduzido
de Rede
Brasil Atual
27 jun 2014
Marcadores:
Copa do Mundo,
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Farsa jornalística,
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Mídia e poder,
O Estragão,
Rede Globo,
Rede Gloebbels,
Telejornal,
Tucanismo,
Vexame
domingo, 22 de junho de 2014
Pendurô tarde! Agora, #Descedosaltoalto
#Nãovaitersaudade
Pendurô tarde! Agora, #Descedosaltoalto
Tá chegando a hora, Brasil!
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sexta-feira, 20 de junho de 2014
Repórter da Globo tenta fazer entrevista tendenciosa e leva o troco
Repórter da Globo tenta fazer
entrevista tendenciosa e leva o troco
Dica de Stanley Burburinho
A jornalista
do Globo, Tatiana Farah (@tatifarah), entrevistou o ex-chanceler mexicano
Jorge Castañeda. Ou ela é mal informada ou jogou cascas de banana em três
perguntas, mas levou 3 tocos como resposta. Vergonha alheia. Veja abaixo as
perguntas e as respostas:
Jornalista: “O Brasil estagnou em
seus anseios econômicos e se encolheu no que diz respeito à projeção
internacional?”
Chanceler: “O Brasil tem um papel
econômico internacional muito importante. É uma voz que se escuta. “
Jornalista: “Os países da Aliança
do Pacífico têm crescido mais que os do Mercosul? Por quê?”
Chanceler: “Isso é falso. O Brasil cresce
mais que o México. E “países do Pacífico” não existem. Há um país grande, que é
o México, há um país mediano, que é a Colômbia, e dois países pequenos, que são
Peru e Chile. Não é certo que os do Pacífico cresceram mais. Essa é uma ficção
criada pelos mercados na mídia internacional. O que se sucede é que as
expectativas sobre o Brasil foram muito elevadas. Afirma-se que o México cresce
mais que o Brasil, mas, no ano passado, o Brasil cresceu mais. E este ano o
Brasil vai crescer mais que o México.”
Jornalista: “Quando a economia
brasileira começou a estagnar, a imprensa internacional passou a dizer que a
nova potência da América Latina seria o México.”
Chanceler: “Isso é um pouco falso. O
Brasil continua recebendo muito mais investimento estrangeiro que o México. A
mídia brasileira é ruim, a mexicana é muito ruim e a mídia internacional,
quando fala de Brasil e do México, é péssima. É muito mau conselho escutar o
que diz a mídia internacional tanto sobre Brasil quanto sobre o México, porque
ela sempre se equivoca.”
Reproduzido
de Meu
Blog de Política
19 mai 2014
Texto
completo em O Globo (15/05/14) on line clicando aqui.
Preconceito e ignorância têm cura: vá se educar!
Preconceito e ignorância têm cura: vá se educar!
BRASIL
Título I
Dos Princípios Fundamentais
Art. 3º
Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
IV
- promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e
QUAISQUER OUTRAS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO.
SANTA CATARINA
Título II
Dos Direitos e Garantias Fundamentais
Art. 4º O
Estado, por suas leis e pelos atos de seus agentes, assegurará, em seu
território e nos limites de sua competência, os direitos e garantias
individuais e coletivos, sociais e políticos previstos na Constituição Federal
e nesta Constituição, ou decorrentes dos princípios e do regime por elas
adotados, bem como os constantes de tratados internacionais em que o Brasil
seja parte, observado o seguinte:
IV - a lei
cominará sanções de natureza administrativa, econômica e financeira a entidades
que incorrerem em discriminação por motivo de origem, raça, cor, sexo, idade,
estado civil, crença religiosa, ORIENTAÇÃO
SEXUAL ou de convicção política ou filosófica, e de outras quaisquer
formas, independentemente das medidas judiciais previstas em lei;”
FLORIANÓPOLIS
Capítulo II
Dos Direitos Sociais
Artigo 5º. O
Município assegurará, em cooperação com a União e o Estado, os direitos
fundamentais do cidadão, observando:
I - proteção
à família, à maternidade, à infância, à adolescência, à velhice e ao
deficiente;
II - a
promoção e integração no mercado de trabalho;
III - a
habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção à
vida comunitária.
IV - A
igualdade absoluta entre os cidadãos, coibindo a discriminação por motivo de
origem, raça, cor, sexo, idade, estado civil, crença religiosa, ORIENTAÇÃO SEXUAL, convicção política e
filosófica ou outras quaisquer formas.
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